Centro de Estudos da Consciência | Projeção Astral, Chacras, Clarividência e Comportamento

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Criança doente por processos assediadores

Ano de 1983

Fui avisado pela amiga Clara que havia uma criança muito
doente e que eu deveria comparecer em sua casa na quarta-feira à
tarde para que, através do meu trabalho de projetor consciente,
pudesse, se possível, ajudar a amenizar o sofrimento daquela
mulher que já havia procurado ajuda em vários lugares sem
conseguir resultados.

 

Minha amiga Clara pediu para que eu ficasse aguardando
sentado na mesma sala onde ela fazia as reuniões. A mulher
entrou, e me cumprimentou. Era jovem, de cor branca e muito
triste. Imediatamente ao lado dela se manifestou uma consciência
amparadora visível, acompanhado de outras consciências que a
ladeavam, mas não tão visíveis. Este amparador passou a mim
informações sobre tudo o que estava acontecendo com o filho dela,
e principalmente com ela.

Então percebi que eu estava ao lado do meu corpo e que,
nesta condição, pude ver e ouvir o que o amparador estava dizendo.

Na verdade, ele não havia se semi-materializado, mas me patrocinado
uma descoincidência para que eu pudesse vê-los.

Então dirigi a palavra a ela e falei tudo o que o amparador
tinha me dito.

A mulher ficou imóvel como se estivesse entrado em contato
com algo terrível. A verdade, às vezes, é realmente terrível. A cura
de seu filho dependia do seu comportamento conjugal, que não
vinha sendo muito honesto e causava muita infelicidade ao marido.

Este comportamento desequilibrado fazia com que os processos
assediadores tivessem maior força e a doença se instalasse na
criança.

O amparador neste momento disse : “– Ela precisa de um
referencial físico, um ritual.” Eu entendi perfeitamente o que ele
estava dizendo e lhe falei: ”– A senhora terá que mudar o seu
comportamento imediatamente e também deverá, durante uma
semana, acender todos os dias, às seis horas, uma vela e rezar
um Pai Nosso. Se a senhora realmente tiver decidido isto no seu
coração, amanhã o seu filho amanhecerá curado.”

Clara me ligou dois dias depois e me disse: “– A senhora X
pediu que eu te ligasse e te agradecesse, o filho dela está curado!”

Pensei: “– Agradecer a mim? Quem sou eu para ter esta
capacidade? Eu é que tenho que agradecer a cada instante da
minha vida poder participar, com amparadores de luz, de um
empreendimento de cura e amor. Só!”

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