Cada ser vivo possui sua própria bioenergia, pois cada um processa a energia que capta de uma forma diferente. Assim, a bioenergia de uma planta é uma e a do homem outra, pois o processamento que cada um deles realiza na troca com o ambiente é completamente diferente.
Toda forma de vida precisa, para existir, realizar trocas com o ambiente. Mesmo que não queiramos a troca existe, seja em menor ou maior grau, e ela se resume basicamente em captar a energia, codificá-la através dos chacras, manter parte dessa energia consigo e exteriorizar a outra parte para o ambiente.
Assim, podemos dizer que existem dois tipos de energia, essa que captamos, chamada de energia imanente, e a que codificamos, chamada de energia consciencial.
A energia imanente seria então aquela que ainda não foi codificada por nenhuma consciência, é o que muitos chamam de energia universal, prana, energia cósmica, energia vital... e é a que captamos da natureza para nos vitalizar. É, portanto, essencial para nossa vida. Já a energia consciencial é o resultado do processamento dessa energia imanente por nós.
Importante saber que as bioenergias geradas serão sempre diferentes de uma pessoa para outra, pois cada indivíduo tem uma diferente estrutura energética, - que é constituída ao longo de seu processo reencarnatório. Portanto, as bioenergias que produzimos são o resultado do que nós somos, tanto em nossas dificuldades quanto em nossas qualidades.
É essencial sabermos mais sobre a nossa (bio)energia, pois a partir do momento que temos o domínio sobre ela, temos o domínio da nossa própria vida.
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