1) Como captamos energia?
A energia é captada pelo nosso corpo físico principalmente através do ar que respiramos, do alimento e da água que bebemos.
Daí a importância de darmos atenção à forma com a qual nos relacionamos com cada um desses elementos, pois eles podem nos propiciar uma maior ou menor vitalidade. O ideal é que consigamos dar atenção ao modo e freqüência corretos de respirarmos, nos alimentarmos de forma saudável e ingerirmos a devida quantidade de água para o nosso corpo.
Além do corpo físico a captação de energia ocorre também através do nosso veículo astral. A saída do corpo que realizamos, conhecida por Projeção Astral, tem a finalidade de nos revitalizar através da captação de energia imanente por todos os chacras desse veículo. Por isso que a tendência é que nos sintamos sempre mais descansados ao acordarmos.
2) Como os chacras auxiliam na captação de energia?
O trabalho que os nossos chacras realizam para captar e exteriorizar energias depende do nosso nível consciencial. Isso significa que quanto mais primitivo formos, mais estaremos trabalhando com chacras que lidam com energias densas (chacra básico ou sexual, esplênico e umbilical). Já se estivermos em um melhor nível consciencial, trabalharemos com chacras que processam energias mais sutis (chacra cardíaco – em sua parte superior, laríngeo, frontal e coronário).
Uma forma de identificarmos em que nível estamos, ou seja, com quais chacras estamos trabalhando mais, é observarmos como lidamos com a realidade no nosso dia-a-dia: se temos preguiça em fazer as coisas, se temos compulsões, se somos negativos, se temos dificuldade em continuar o que começamos, etc.
É muito importante que nos identifiquemos consciencialmente para sabermos as mudanças que temos que realizar. Somente a partir da busca de um conhecimento coerente e esclarecedor, poderemos tomar as iniciativas adequadas e aprendermos a lidar cada vez melhor com a nossa vida.
3) O que são chacras?
Os chacras são campos de força que estão distribuídos por nossos veículos de manifestação (duplo etérico, corpo astral, duplo dourado e corpo mental) com a finalidade de realizar trocas com o ambiente (captar e exteriorizar energia). Cada chacra, de acordo com a sua função, irá trabalhar diferentes energias, que podem ser de maior ou menor densidade.
Assim, temos ao todo milhares deles distribuídos por esses corpos, mas podemos destacar sete principais. São conhecidos por chacras magnos, por cumprirem um trabalho mais amplo devido à maior amplitude que possuem.

A figura acima ilustra cada um deles. De cima pra baixo, o coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, esplênico e básico.
O coronário é o que possui o maior número de freqüências (972) e o que trabalha com energias mais sutis. Quem possui maior atividade energética nesse chacra não está mais no ego, e sim realiza um trabalho no âmbito universal.
O frontal possui 96 frequências e está relacionado, principalmente, à visão (percepção por clarividência) e trabalho ao nível intelectual.
O laríngeo, à fala, com 16 raios.
No cardíaco começa o trabalho no nível do sentimento e da ausência do ego. Possui 12 raios.
O umbilical, com 10 raios, tem a ver com o ego, mudança de humor, medo...
O esplênico, com seis raios, tem como uma das funções principais a digestão do alimentos.
O básico, com quatro raios, está ligado às funções mais instintivas como o sexo, a raiva, e outros.
A quantidade de raios que cada chacra possui nos permite analisar quão primitivo ele é. Quanto menor o número, menor a variedade energética com as quais ele consegue lidar.
4) O que nos possibilita termos uma melhor ou pior (bio)energia?
Primeiramente é bom definirmos que não existe energia boa ou energia ruim, mas sim energia sutil e energia densa.
A energia que produzimos será sempre o resultado daquilo que somos. Portanto, se vivermos trabalhando nos chacras emocionais, ou seja, se gerarmos raiva, pensamentos negativos, ciúmes, inveja, rancor... estaremos no nível das energias mais densas.
Produzir uma melhor energia significa, antes de mais nada, mudar o que somos, que são os nossos pensamentos e sentimentos. Podemos até nos sentir melhores ao realizarmos uma meditação, pois nesse momento trabalhamos mais com os chacras superiores e, consequentemente, com energias mais sutis, mas no instante em que encerramos essa atividade voltamos a trabalhar com a mesma energia emocional que nos constitui.
Isso não significa que a prática de exercícios como a meditação não seja algo benéfico, mas sim que precisamos, sobretudo, de conhecimento, tanto comportamental quanto espiritual, para que consigamos fazer uma real mudança.
A partir de um trabalho que chamaríamos de universal, sem a presença de ego e sem qualquer tipo de dificuldades, é que estaremos realmente processando energias mais saudáveis e traçando um caminho coerente para a nossa evolução.
5) O lugar em que vivemos afeta nossas bioenergias?
Com toda certeza o ambiente em que vivemos nos afeta diretamente. Considerando que nosso corpo capta a todo instante energia do ambiente para a nossa continuidade, se estivermos num ambiente que não seja favorável, seja um bar, um local público com muitas pessoas, alguns ambientes de trabalho... iremos sofrer as conseqüências.
Se pararmos pra pensar que cada um de nós emite para o ambiente uma parte das energias que produz, quando estamos nesse tipo de local teremos muito mais energia consciencial para captarmos (que é a energia que foi produzida pelo grupo de pessoas presentes) que a energia imanente, que provém da natureza.
O resultado é que ficamos mais desvitalizados por termos que lidar com energias mais densas, ou seja, diminuímos nossa produção de energia e nos tornamos, no geral, menos produtivos.
Aqueles que vivem constantemente dentro da cidade podem não perceber tanto essa diferença, mas pessoas que costumam visitar lugares com mais natureza conseguem sentir, mesmo sem ter o conhecimento, essa diferença energética.
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