Escrito por Bruno Antonio
Sofrimentos, traumas ou até uma educação disfuncional pode fazer com que nós idealizemos hábitos ou pessoas insubstituíveis para colocar no lugar desse vazio.
O jovem que vai à balada e pratica seduções imaturas. A mãe que só fica feliz se os filhos almoçam em sua casa todos os domingos. O pai que presenteia o filho para aliviar a surra do dia anterior. A pessoa que bebe demais. A mulher que se arruma preocupada com a aparência e não com seu próprio conforto.
A codependência nos relacionamentos, o tabagismo, o sedentarismo, as drogas, as doenças, a gula, a preguiça, a vaidade, a ganância, o materialismo... São inúmeros os cenários deste vazio chamado carência.
E sair das nossas carências não é tão fácil, é um trabalho árduo de reconstrução interna e investimento total.
O primeiro passo é “jogar o lixo fora”. Fazer uma autorreflexão e tentar identificar em você tudo que não agrega coisas positivas.
Segundo passo. Coloque dentro de você hábitos saudáveis, conhecimento e boa vontade.
E nesse processo de desconstrução e reconstrução fique atento a cada detalhe. Até uma “desilusão” tende a ser positiva. A palavra “DES-ILUSÃO” já diz, é o momento onde acordamos para a realidade e desfazemos uma ilusão, é onde nos libertamos.
E para se libertar e passar o mais rápido por isso tudo faça expansão positiva, inspire-se em bons referenciais, cultive a vontade de mudar.
Preencha-se com coisas saudáveis: alimenta-se de forma adequada, esteja com pessoas alegres e que agreguem algo bom, frequente lugares saudáveis, leia e assista coisas saudáveis.
E quando finalmente todo seu vazio for preenchido por você mesmo, você ficará maravilhado com o que poderá fazer e onde poderá chegar.
Artigo escrito por Bruno Antonio, com base nos conhecimentos adquiridos no CEC.
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