Escrito por Ana Lúcia Almeida (Uberaba)
Alguém já parou para pensar o quanto estamos distantes de nós mesmos? Somos “experiências”, e assim sendo, temos que procurar conhecimentos que geram a aprendizagem, ficando atentos ao que somos.
Observar o funcionamento da própria mente, sem concordar ou discordar. Nossa mente foi condicionada a pensar através dos estímulos do que fomos, de todas as ações, reações, instintos, impulsos, de dogmas e preceitos religiosos, de influências educativas, de crenças e, quando tentamos nos afastar de tudo isso, sempre fica o “medo” de não crermos em nada. Não temos que ter medo se acreditamos em nós, na nossa capacidade e responsabilidade de reescrevermos a nossa vida. Nossa devoção ao sucesso material, a ambição, a inveja, o orgulho, o egoísmo e a nossa dificuldade de nos relacionarmos com o outro e de vê-los sem pré-conceitos, é o resultado do nosso “pensar”. Pare e medite o quanto você está distante de você mesmo. Não é fácil extrair o “indivíduo” deste conglomerado. quilo que conhecemos é o que fomos ontem. omece a viver a partir daquilo que você não conhece: O “agora” sem preocupações, sem ansiedades, sem fórmulas, sem seus condicionamentos. Ver no outro o que ele é, ouvir o outro sem julgamento. Viver com liberdade, agir a partir da liberdade. Comece a partir do agora a sair deste conglomerado. Saber que, o que fomos, não é o que somos e não precisamos continuar a ser, ou achar que somos. Agora é hoje – hoje vou ser melhor – dar continuidade ao hoje. Amanhã é hoje – vou ser melhor e continuamente sempre no agora. Só assim encontraremos um estado de espírito, um estado do“ser”. A intenção é impar, a intenção de ser feliz em sua própria companhia e passar a não“precisar” do outro e sim “compartilhar” com o outro o que se tem de melhor. Encontrar a nós mesmos. Aí sim, estaremos menos distantes daquilo que realmente somos. Artigo escrito por Ana Lucia Almeida (Uberaba), com base nos conhecimentos adquiridos no CEC.
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