Escrito por Bruno Antonio
Qual o seu maior desejo? Qual seria a sua maior perda?
Muitos respondem as questões acima baseadas em realização material, relacionamentos, conveniências pessoais e âmbito do ego.
O que realmente nos compõe? Precisamos repensar o que precisamos de verdade para viver e desapegar daquilo que nada nos agrega.
Desapego é necessário para aprender a excitar o amor.
Desapego das crenças religiosas.
Desapego do materialismo.
Desapego das conveniências da sociedade.
Desapego das cobranças familiares.
Desapego de relacionamentos disfuncionais.
Desapego do entorpecimento emocional.
Revendo nossos desejos, podemos perceber que para nos libertarmos e evoluirmos são essenciais o esclarecimento e o autoconhecimento.
É importante direcionarmos o pensamento para o âmbito da universalidade onde conquistas materiais tragam benefícios compartilhados, relacionamentos agreguem conhecimento e os ensinamentos levem ao esclarecimento.
E no caminho da evolução, desapegar de nós mesmos também faz a diferença. Com sinceridade, sem ego, sem necessidade de aprovação ou reconhecimento. Procurando sempre ser uma ferramenta produtiva a cada minuto, direcionando nossas energias para nos reconstruir e construir tudo aquilo que possa continuar o próximo.
O desapego pode ser interpretado como uma perda. Porém precisamos aprender que as perdas são necessárias para nosso aprendizado.
Qualquer tipo de perda, até mesmo a perda energética é sempre uma oportunidade para refletirmos sobre a nossa capacidade de adaptação no percurso da evolução.
Artigo escrito por Bruno Antonio, com base nos conhecimentos adquiridos no CEC.
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