Escrito por Joana Borges
Muitas vezes chamamos de “Felicidade” as situações efêmeras de euforia e bem-estar causadas por liberação química das endorfinas, quando atingimos objetivos nos quais nos empenhamos (por exemplo: obter sucesso financeiro, profissional, passar no exame da faculdade, ganhar na loteria etc...)
A Felicidade plena é conquista dos homens livres, e estes são ainda poucos no planeta.
O homem livre é aquele que consegue com trabalho constante de autoconhecimento a superação dos padrões de comportamento impostos sócio-culturalmente (crenças, dogmas, conceitos e preconceitos, dependências e co-dependências). Quanto mais formos capazes de nos conhecer, não como gostaríamos de SER, mas como realmente SOMOS, mais estaremos aptos a encontrar modos de existir satisfatórios para nossos múltiplos anseios.
O homem livre de modelos externos a si mesmo, buscará a harmonia interior:
- Reconhece que não somos todos iguais
- Respeita as diferenças entre as pessoas
- Vive em concordância com o que acredita
- Influi sobre seus semelhantes através do exemplo pessoal
- Está aberto ao novo, ao progresso, à ciência
- Vive consigo mesmo em total felicidade.
- Procura viver o presente “AQUI, AGORA” que contém a possibilidade real da felicidade, ou seja, está em sintonia com as freqüências do chacra cardíaco, que é viver no estado de amor contínuo.
Livre, portanto, das emoções (chacras inferiores), estará trabalhando em frequências mais altas, vivendo o estado de felicidade.
Artigo escrito por Joana Borges, com base nos conhecimentos adquiridos no CEC.
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