Escrito por Elaine Maia
Nascer neste planeta é uma oportunidade única e maravilhosa.
Pessoas contribuíram muito com a evolução deste planeta porque acreditaram nos seus sonhos. Através de nossas metas nos colocamos em movimento, melhoramos nossa qualidade de vida, fazemos novas descobertas, criamos novos meios de transporte, de comunicação e utilização de energia. Chegamos até a Lua! Onde mais poderemos chegar?
Nascemos “guiados” intuitivamente por uma programação feita em conjunto com nosso amparador de programação existencial. Nesta programação estão contidos todos os direcionamentos principais. Como um roteiro pré-estabelecido para que possamos continuar e realizar aquilo a que nos propusemos em benefício de nosso crescimento pessoal.
Mas, por que alguns realizam tanto e outros tão pouco?Será que existe diferença?
A diferença está no momento evolutivo. No percurso de cada um. Passo-a-passo vamos aprendendo através da superação dos obstáculos (os quais chamamos dificuldades), buscando novos recursos para superá-los. Neste caminho , temos a liberdade de escolher e realizar muito mais.
Mas, o que é autossabotagem?
São armadilhas, preconceitos, regras e falsas crenças criadas por nossa mente que nos impedem de realizar nossa máxima manifestação.
Autossabotar-se significa tomar atitudes contra nós mesmos e muitas vezes contra o nosso próprio amparador.
Acreditamos que: “não somos bons o bastante”, “não merecemos”, “é muito difícil para mim”, “depois eu faço”... Essas frases são típicas de quem vive se sabotando. Deixa de participar da vida ativamente e fica observando tudo apenas como espectador.
Um exemplo é a possibilidade do sucesso - ficamos apavorados, pois ele simboliza o novo. De certa forma, o fracasso é uma situação conhecida e mobiliza afetos que nos reconfortam como a atenção, a pena e os cuidados, reforçando nossas carências e nos impedindo de crescer.
Esse é um comportamento destrutivo que nos impede de confiar em nós mesmos e nos levam sempre a repetir os mesmos erros. Ficamos dependentes de condições e de opiniões externas favoráveis ou não na hora de tomar decisões.
Não podemos modificar a conduta do outro, mas podemos modificar a nossa própria, acreditando em nós mesmos, movidos pelos valores e princípios que realmente validam a nossa vida. Podemos buscar diariamente realizar tudo aquilo que cabe somente a nos mesmos concretizar.
Artigo escrito por Elaine Maia, com base nos conhecimentos adquiridos no CEC.
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